27 de Junho 1973/2025: 52 anos da Greve Geral no Uruguai

Fascismo Nunca Mais!

A Greve Geral iniciada na manhã de 27 de junho de 1973, foi a trincheira que a classe trabalhadora levantou para enfrentar o golpe de estado fascista, a ocupação de milhares de locais de trabalho em todo o país mais as manifestações nas ruas onde a repressão prendeu trabalhadores e estudantes no cilindro municipal, hoje Arena Antel, e em quartéis no interior, assassinando dois jovens estudantes, R. Pére e W. Medina por protestarem e pintarem muros contra a ditadura.

Após 15 dias a greve foi suspensa, resistindo clandestinamente e com solidariedade internacional.

Em Novembro de 1980, o plebiscito pelo não começou a construir o caminho para a recuperação democrática, deixando para trás muitos camaradas desaparecidos, quase 12 presos políticos e milhares de exilados.

¡𝐔𝐍𝐈𝐃𝐀𝐃, 𝐒𝐎𝐋𝐈𝐃𝐀𝐑𝐈𝐃𝐀𝐃 𝐘 𝐋𝐔𝐂𝐇𝐀, 𝐕𝐄𝐍𝐂𝐄𝐑𝐄𝐌𝐎𝐒!

#52añosHuelgaGeneral

#ElSuncaNosUne

A greve geral no Uruguai, em 27 de junho de 1973, foi um marco na história do país, que ocorreu em resposta ao golpe de estado liderado pelo presidente Juan María Bordaberry, que instaurou uma ditadura militar.

Organizada pelo PIT-CNT (Plenario Intersindical de Trabajadores – Convención Nacional de Trabajadores), a greve geral foi uma resposta à suspensão do parlamento e à tomada do poder pelos militares, com o objetivo de defender o trabalho, os salários, as condições de vida e a previdência, além de se opor às medidas de ajuste fiscal do governo.

Golpe de Estado:

Em 27 de junho de 1973, o presidente Juan María Bordaberry, com o apoio das Forças Armadas, dissolveu o parlamento e estabeleceu um governo liderado por uma junta militar.

A greve geral foi uma das primeiras manifestações de resistência contra a ditadura, com trabalhadores, estudantes e outros setores da sociedade se mobilizando contra o golpe.