Dia Internacional de Ação da FSM em Solidariedade com a Venezuela
Após o deslocamento de forças estadunidenses no Caribe sob o pretexto do combate ao narcotráfico e após o primeiro ataque terrestre em uma zona portuária do país, os EUA intensificam de forma descontrolada sua agressão por meio de um ataque em grande escala contra Caracas, capturando o presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores.
Os EUA intensificam sua agressão contra o povo soberano da Venezuela, ameaçando ao mesmo tempo toda a região, reavivando a Doutrina Monroe e colocando na mira outras áreas, como a Groenlândia.
Esse sequestro ilegal do presidente de um país soberano constitui um ato de agressão sem precedentes, que viola todos os princípios fundamentais do direito e da prática internacional, abrindo uma nova frente de guerra no instável cenário mundial. Essa intervenção confirma a fase caótica em que a agressão imperialista entrou, com consequências imprevisíveis.
A Federação Sindical Mundial condena de forma inequívoca a intervenção imperialista na Venezuela, que tem como objetivo o controle da riqueza mineral e energética do país no marco do antagonismo interimperialista pela dominação.
O Secretariado da FSM, após as iniciativas de solidariedade do movimento sindical classista desenvolvidas desde o primeiro momento, decidiu convocar um Dia Internacional de Ação em Solidariedade com o povo da Venezuela em 22 de janeiro de 2026. A FSM conclama suas entidades filiadas a participarem ativamente do Dia Internacional de Ação, organizando iniciativas combativas diante das embaixadas dos EUA sob as palavras de ordem: “Imperialismo estadunidense, tire as mãos da Venezuela!” e “Libertem o presidente Maduro e Cilia Flores!”.
Estendamos de forma concreta, até o fim, a solidariedade internacionalista, condenando a intervenção inaceitável e sem precedentes contra o povo da Venezuela.
Enviemos uma mensagem alta e clara:
Os sindicatos classistas e combativos apoiam o direito inegociável dos povos da América Latina e de todo o mundo de determinar livre e democraticamente seu próprio presente e futuro.
Imperialismo estadunidense, tire as mãos da Venezuela!
Libertem o presidente Maduro e Cilia Flores!







