FLEMACON participou de Videoconferência Internacional em Solidariedade à Cuba, com mais de 100 lideranças sindicais de todo o mundo

A presidenta da FLEMACON, Lúcia Maia, participou neste sábado, 18/04, da *Videoconferencia Internacional 1° Mayo en Solidaridad con Cuba*, um importante ato em defesa de Cuba, para denunciar o bloqueio econômico dos EUA e expressar apoio à ilha, especialmente durante o “Ano do Centenário do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz”.

Fidel Castro nasceu em 13 de agosto de 1926, em Birán, um povoado na província de Holguín (antiga província de Oriente), no leste de Cuba

A Videoconferencia foi promovida pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC) e presidida por Miguel Colina, presidente da Comissão Organizadora do XXII Congresso da CTC, que destacou a “vontade do povo trabalhador de Cuba de defender, dia após dia, a independência e a soberania da Pátria, contra qualquer ameaça ou agressão, como fizeram os heróis e mártires de Playa Girón”.

Teve a participação de mais de 100 lideranças dos movimentos sindical e populares da América Latina, África, América Central, Canadá, Índia e de diversos países da Europa e importantes entidades sindicais de todo o mundo.

E faz parte de uma programação intensa de diversos eventos políticos mundiais que estão acontecendo em preparação para a celebração do 1º de Maio, Dia dos Trabalhadores, e do Simpósio Internacional Sindical, que acontecerá nos dias 2 e 3 de maio em Cuba, promovido pela CTC, Instituto Obrero Internacional (IOI) e a Federação Sindical Mundial (FSM).

Leia abaixo o discurso que a presidenta da FLEMACON, Lúcia Maia, apresentou na Videoconferencia Internacional 1° Mayo en Solidaridad con Cuba:

Camaradas,

Recebam um grande e afetuoso saludo solidário e revolucionário da Flemacon.

Acredito que a solidariedade internacionalista ganha relevo na luta pela democracia, pela autodeterminação dos povos e pela paz mundial.

Em meio aos recentes e variados acontecimentos violentos, os movimentos sociais, os democratas e socialistas precisam assumir relevantes tarefas e promover ações com perspectivas que favoreçam a soberania, o progresso social e a paz mundial.

Com este objetivo, a Flemacon participa deste ato de solidariedade a Cuba. País que, há mais de 60 anos, vive sufocado pelo criminoso bloqueio do imperialismo estadunidense.

A resistência cubana ao cerco dos Estados Unidos representa uma energia memorável. E neste momento enfrenta o maior desafio.

Abster a ilha de combustivel, de alimentos e remédios é uma forma de guerra das mais cruéis.

Essa atitude não pode se tornar um “novo normal”. Precisamos reagir com forte pressão à chantagem do imperialismo estadunidense e seus lacaios.

Ser solidário a Cuba, além de seu significado humanitário, é hastear na região uma bandeira contra a ofensiva fascista neoliberal.

A Flemacon entende que são grandes os desafios. Todavia acreditamos que juntos venceremos.

Cuba não está só!
Pátria ou Morte!
Venceremos!