Brasil: Trabalhadores ocuparam as ruas para reafirmar a soberania do país

Neste 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil, dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira no Estado da Bahia (SINTRACOM-BA), Federação Interestadual dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Construção Civil e do Mobiliário nos Estados da Bahia e Sergipe (FETRACOM-BASE), Federação Latino-Americana dos Trabalhadores da Construção, Madeira e Materiais de Construção (FLEMACON) y Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) ocuparam as ruas do centro de Salvador, Bahia, e participaram do Grito dos Excluídos, para reafirmar a soberania do Brasil, exigir prisão sem anistia para Bolsonaro e todos os golpistas que atentaram contra a democracia brasileira, o fim da escala de trabalho 6 X 1, repúdio aos ataques políticos e econômicos dos Estados Unidos e outras bandeiras importantes.

Estiveram presentes, o presidente do SINTRACOM-BA Carlos Silva, o vice-presidente Amando de Jesus, os diretores Sônia Maria (representando a FETRACOM-BASE), Hercília Conceição, Airaldo Azevedo e Antônio Marcos, a presidenta da FLEMACON Lúcia Maia, entre outros.

Ao longo de mais de 200 anos de história, desde sua independência, o Brasil tem sido vítima de ingerências econômicas e políticas de potências imperialistas, que comprometem a soberania da nação e o desenvolvimento nacional.

Os EEUU tiveram participação ativa nos golpes de 1964, que instalou a ditadura militar no país, e em 2016, que conduziu o impeachment fraudulento da presidbete Dilma Rousseff.

E agora, os imperialistas atacam a democracia brasileira com tarifaços e cobranças abusivas de impostos, e ameaças ao Estado de Direito, para livrar o ex-presidente Bolsonaro da condenação e prisão, pelos crimes de atentado golpista contra a democracia e outros delitos graves.

A mobilização que levou milhares de brasileiros e brasileiras às ruas neste 7 de Setembro, aconteceu também no Rio de Janeiro, São Paulo e outras capitais e cidades do interior do Brasil.

Os gritos ecoavam nas ruas, exigindo “prisão para Bolsonaro e todos os golpistas, sem anistia” , e “Fora Trump, respeite a soberania do Brasil”.